quarta-feira, 25 de março de 2015

PREVENÇÃO DE DEFICIÊNCIAS

Os bebês são submetidos a uma bateria de exames logo que nascem, com o intuito de identificar quaisquer anormalidades e prevenir uma série de doenças. A triagem neonatal, mais conhecida como teste do pezinho, é um dos exames mais importantes na hora de detectar irregularidades na saúde da criança.
Com apenas algumas gotas de sangue colhidas do calcanhar do recém-nascido, o teste permite diagnosticar precocemente oito doenças, entre metabólicas, congênitas e infecciosas. A triagem deve ser feita entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê, já que antes disso os resultados podem não ser muito precisos.

O teste do pezinho chegou ao Brasil na década de 70 para identificar a fenilcetonúria e o hipotireoidismo congênito.  Em 1992, o teste se tornou obrigatório em todo o território nacional. Em 1992, o teste se tornou obrigatório em todo o território nacional.
Conheça as oito doenças identificadas no teste do pezinho:
1. Anemia falciforme — doença hereditária que altera a formação da hemoglobina, molécula responsável pelo transporte do oxigênio no sangue. Em decorrência dessa alteração, as hemácias ficam com forma de foice (daí o nome “falciforme”), o que dificulta sua locomoção e acaba lesionando tecidos.
2.      Deficiência de biotionidase – é a falta da vitamina biotina no organismo. Sua deficiência resulta em convulsões, fraqueza muscular, queda de cabelo, surgimento de espinhas, acidez do sangue e baixa imunidade.
3.      Fenilcetonúria – é uma doença genética caracterizada pela incapacidade de metabolizar a enzima fenilalanina-hidroxilase,  responsável pela transformação do aminoácido fenilalanina em tirosina. A ausência de tirosina pode acarretar retardo mental.
4.     Galactosemia – é uma doença genética que dificulta a conversão de galactose (açúcar presente no leite) em glicose. O resultado é o acúmulo de galactose no organismo, causando problemas de coagulação, icterícia (pele amarelada), hipoglicemia (baixa da taxa de glicose no sangue), glicosúria (excesso de glicose na urina), acidez do sangue e catarata.
5. Glicose 6-fosfato desidrogenase – distúrbio metabólico que causa alterações das enzimas fundamentais para proteção das células, especialmente das hemácias. Sem estabilidade, os glóbulos vermelhos podem morrer, causando anemia hemolítica.
6.    Hipotireoidismo congênito – doença que faz com que a glândula tireoide não seja capaz de produzir quantidade adequada de hormônios tireoidianos, o que deixa os processos metabólicos mais lentos. Uma das principais consequências é a retardação mental.
7.  Hiperplasia congênita da supra-renal – provoca uma deficiência na produção de hormônios pelas glândulas supra-renais ou adrenais. Para compensar, a hipófise produz excesso de hormônios que estimulam as supra-renais, que aumentam de tamanho e passam a produzir em excesso hormônios que levam à masculinização do corpo da criança. Além disso, pode ocorrer desidratação, perda de sal no organismo e vômitos.
8.   Toxoplasmose – é uma doença infecciosa causada pelo parasita Toxoplasma gondii, que pode causar calcificações cerebrais, malformações, doença sistêmica grave. Tardiamente, pode se expressar causando doenças da retina.




Cuidados Contra o Câncer podem começar no
Teste do Pezinho

Kit criado na Unicamp detecta a mutação que provoca o surgimento de vários tipos de câncer em um mesmo paciente. Mais rápido e barato, o procedimento poderá ser incluído no exame de rastreamento que é obrigatório em recém-nascidos.

A possibilidade de mapear, na primeira infância, mutações hereditárias que podem desencadear cânceres pode estar perto de ser uma realidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa é a intenção de um grupo de pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp), que desenvolveu um kit para a detecção de mutação genética ligada à doença. A nova tecnologia poderá ser integrada ao teste do pezinho e ajudar os oncologistas a detectar as doenças ligadas à síndrome de Li-Fraumeni — caracterizada pela ocorrência de vários tumores em um mesmo paciente — antes mesmo de elas se manifestarem.

Síndrome de Li-Fraumeni é uma doença hereditária rara, autossómica dominante, que se caracteriza pela ocorrência de vários tumores na mesma pessoa. É nomeada em honra de Frederick Pei Li e Joseph F. Fraumeni Junior, médicos americanos que primeiro reconheceram e descreveram a síndrome. A síndrome está ligada a mutações do gene p53, que normalmente ajuda no controle do ciclo celular. Mutações podem ser herdadas ou podem advir de novo, cedo na embriogênese ou nas células germinais dos pais.
O risco de desenvolvimento de tumores malignos antes dos 50 anos é 25 vezes superior ao da população geral. Os tipos de tumores que estes pacientes podem desenvolver são variáveis, sendo os mais comuns sarcomas, câncer da mama, leucemias e tumores cerebrais. Comparado com tumores esporádicos, os tumores em indivíduos com esta síndrome surgem numa idade mais precoce e podem desenvolver-se múltiplos tumores primários.
Quais as características dos indivíduos afetados?
Os indivíduos com a síndrome de Li-Fraumeni apresentam o desenvolvimento precoce de câncer.
Quais são os tipos de câncer mais comuns na síndrome de Li-Fraumeni?
Os tipos de câncer mais comuns são: sarcoma (incluindo o osteossarcoma), câncer de mama, tumores cerebrais, tumores do córtex adrenal e leucemia. No entanto, uma grande variedade de outros tipos de tumores já foi descrita nos indivíduos afetados.




Fontes:
Imagens: www.google.com.br

Textos: 
http://drauziovarella.com.br/crianca-2/teste-do-pezinho

http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/09/04/noticia_saudeplena,145274/cuidados-contra-o-cancer-podem-comecar-no-teste-do-pezinho.shtml

http://www.mendelics.com.br/sindrome-li-fraumeni/ podem-comecar-no-teste-do-pezinho.shtml

Vídeo do Teste do Pezinho: 
https://www.youtube.com/watch?v=Kl2-uyWyt4Y


sexta-feira, 20 de março de 2015

21 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN








Fontes:
* Imagens: www.google.com.br

* Vídeo: https://www.youtube.com/results?search_query=dia+mundial+da+sindrome+de+down-+dublado

quarta-feira, 18 de março de 2015

PREVENÇÃO DE DEFICIÊNCIAS

TESTE DE APGAR


Um procedimento que avalia o estado geral do recém-nascido ainda na sala de parto.
1. O que é o Teste de APGAR?
O Teste de APGAR consiste na avaliação de cinco sinais vitais do recém-nascido no primeiro minuto (que permite determinar o grau de tolerância do bebé ao parto), no quinto minuto (que permite avaliar o grau de adaptação do bebê à vida extra uterina) e no décimo minuto após o nascimento, atribuindo-se a cada um dos sinais uma pontuação de 0 a 2 de acordo com a condição observada.

2. Porque é realizado o Teste de APGAR?

Porque é um método simples que permite determinar se o recém-nascido precisa de ajuda para respirar ou se está com algum problema no coração.

3. Como é realizado o Teste de APGAR?
O índice de APGAR avalia a vitalidade do bebé através da pontuação de 5 parâmetros:
NOTAS DO CORAÇÃO:
0 – ausência de batimento
1 – Menos de 100 batimentos por minutos 
2 – Mais de 100 batimentos por minuto

NOTAS DA RESPIRAÇÃO:
0 – ausência de respiração
1 – Choro fraco, como um grunhido
2 – Choro forte e bom

NOTA DO TÔNUS MUSCULAR:
0 – mole, fraco
1 – um pouco de flexão com as pernas e braços
2 – Movimentação ativa

NOTA DO REFLEXO:
0 – sem resposta a estimulação a vias aéreas
1 – caretas durantes estimulação
2 – caretas e tosse ou espirro durante estimulação

NOTA DA COR:
0 – O corpo todo do bebê está pálido ou cianótico
1 – Boa cor no corpo e cianose nas mãos ou pés
2 - Completamente rosa ou boa cor

4. Classificação e resultados do Teste de APGAR

Resultados normais: quanto maior a pontuação do exame, melhor estará o recém-nascido.
Quanto mais próximo de 10 for a pontuação, melhor será a vitalidade do bebê e melhor será a sua adaptação à vida extra-uterina. A pontuação de sete, oito ou nove é normal e é sinal de que o recém-nascido está em perfeitas condições de saúde.
Uma pontuação de dez, especialmente ao primeiro minuto, é muito incomum, já que quase todos os recém-nascidos perdem um ponto devido às mãos e pés azuis, característica usual após o nascimento.
Resultados anormais: um índice inferior a sete é um sinal de que o recém-nascido precisa de atenção médica. Quanto menor a pontuação, mais ajuda precisa para se ajustar à vida extra uterina.
Uma pontuação inferior pode ter como causa:
·         Um parto com complicações.
·    Uma cesariana (provocada por complicações no parto ou por observação de sinais de sofrimento do bebê).
·         Presença de fluido nas vias respiratórias do recém-nascido.
·     Um recém-nascido com um índice de APGAR baixo necessita de auxílio para respirar de modo a que o ritmo cardíaco regularize para valores considerados normais.

5. Consequências para a vida futura do bebê dos resultados do Teste de APGAR

Por norma, uma pontuação baixa no primeiro minuto evolui para uma pontuação normal aos cinco minutos.
É importante lembrar que o índice de APGAR é usado mais como um parâmetro e não como uma definição de prognóstico, ou seja, se o bebê tiver um APGAR baixo, não significa necessariamente que terá problemas futuros. E vice-versa.
Uma pontuação baixa não significa que o bebê vá ter problemas de saúde após o nascimento ou no futuro. Se tem dúvidas, fale com o seu médico e pergunte tudo o que precisa de saber para se sentir esclarecida.
 Junto à sala de partos existe a sala de reanimação, onde sob uma fonte de calor radiante para prevenir a perda de calor, o recém-nascido receberá os primeiros cuidados. Assim, que o obstetra passa o recém-nascido para as mãos do neonatologista, este coloca-o sob a fonte de calor radiante onde o bebé será secado e feita a aspiração oral e nasal. Ao mesmo tempo, procede-se à avaliação da sua respiração e cor nos primeiros 20 segundos de vida. 
Logo após, há a clampagem do cordão umbilical e ao 1º e 5º minutos de vida o neonatologista emite as primeiras notas para o índice de Apgar. (Dr. Armando Manuel Rainha Fernandes, Especialista em Pediatria Médica, Centro Pediátrico de Telheiras).




FONTES:
Imagens: www.google.com.br
Site:
Vídeo:



quarta-feira, 11 de março de 2015

ANIVERSARIANTES JANEIRO FEVEREIRO E MARÇO DE 2015


 
      Márcia
17/01
      Adriana
23/01
      Fabrício
02/02
Eliane machado
12/02
    Camila
13/02
Rosângela lima
05/03
  Fabiana
06/03
   Edilamar Carla
11/03
Rosângela B.
15/03
  Maribel
20/03
   Juliana Strubel
20/03
  Itamar
23/03
  Mara
24/03
  Cristina
28/03

Fonte das Imagens: www.google.com.br